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Quanto custa contratar uma atração para evento corporativo?

Quanto custa contratar uma atração para evento corporativo?
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Quanto custa contratar uma atração para evento corporativo? A resposta depende do tipo de experiência que você quer criar para sua equipe. Se o objetivo é gerar engajamento real e deixar uma marca duradoura — especialmente em momentos críticos como kickoffs, encontros de liderança ou offsites — o investimento vai além do preço: está na qualidade da transformação que você entrega aos seus colaboradores. Muitas empresas descobrem que uma atração genérica, por mais barata, não resolve as dores estruturais de integração, comunicação entre áreas e falta de alinhamento coletivo que afetam a performance.

O mercado oferece desde dinâmicas convencionais de team building até experiências mais sofisticadas que usam metáforas poderosas para ensinar liderança e alta performance. A escolha certa depende de qual problema você está tentando resolver: é integração de equipes? Desenvolvimento de liderança? Reforço do espírito coletivo em um momento de transformação? Empresas como Usiminas, Algar Telecom e Grupo Fleury já descobriram que investir em atrações com autoridade e profundidade — conduzidas por especialistas reais em seus campos — gera resultados mensuráveis em governança, engajamento e desempenho dos times.

Quanto custa contratar uma atração para evento corporativo? Visão geral dos preços

Planejar um evento corporativo de impacto exige que o orçamento da atração seja dimensionado com precisão desde o início. O desafio é que os preços nesse mercado oscilam de forma expressiva — de alguns milhares de reais até centenas de milhares — conforme o perfil da atração, o porte do encontro e uma série de variáveis logísticas que muitos organizadores só identificam tarde demais. Antes de solicitar qualquer proposta, vale entender a lógica por trás desses números.

De modo geral, o mercado brasileiro de atrações para eventos corporativos opera em faixas bastante distintas. Uma atração local de entretenimento pode sair por R$ 3.000 a R$ 15.000. Bandas de médio reconhecimento e palestrantes especializados costumam girar entre R$ 15.000 e R$ 80.000. Keynote speakers renomados, artistas com projeção nacional e experiências imersivas — como programas de desenvolvimento com orquestra ao vivo — podem superar R$ 80.000 e chegar facilmente a R$ 300.000 ou mais quando há grandes produções envolvidas. Essas faixas, porém, são apenas o ponto de partida.

Tabela de preços por tipo de atração: bandas, DJs, humoristas, palestrantes e artistas

A tabela abaixo consolida as faixas de investimento mais praticadas no mercado corporativo brasileiro em 2024 e 2025. Os valores são estimativas de mercado e não contemplam custos de produção, logística ou infraestrutura técnica — itens detalhados nas próximas seções.

  • DJ profissional (sem nome de mercado): R$ 3.000 a R$ 12.000
  • Banda cover / local (4 a 6 músicos): R$ 8.000 a R$ 25.000
  • Banda cover nacional / regional conhecida: R$ 25.000 a R$ 70.000
  • Artista ou cantor com reconhecimento nacional: R$ 80.000 a R$ 400.000+
  • Humorista / comediante sem expressão nacional: R$ 5.000 a R$ 20.000
  • Humorista com presença em TV ou streaming: R$ 40.000 a R$ 150.000
  • Mágico / artista circense / ilusionista: R$ 4.000 a R$ 30.000
  • Palestrante corporativo especializado: R$ 10.000 a R$ 60.000
  • Keynote speaker de renome nacional ou internacional: R$ 60.000 a R$ 250.000+
  • Experiências imersivas e programas de treinamento com atração ao vivo (orquestra, teatro corporativo, etc.): R$ 20.000 a R$ 120.000+

Vale destacar que atrações que combinam entretenimento com desenvolvimento — como o programa Orquestra S.A., que figura entre as melhores atrações para eventos corporativos de alto impacto — entregam um retorno duplo: o impacto emocional do evento e um aprendizado concreto que persiste muito além da experiência em si. Esse diferencial costuma justificar um investimento superior ao de uma atração puramente voltada ao entretenimento.

Fatores que mais influenciam o valor de uma atração corporativa

O cachê de uma atração nunca é um número isolado. Ele resulta de uma equação com diversas variáveis, e compreendê-las ajuda a negociar com mais segurança e a evitar surpresas no fechamento do orçamento.

  • Notoriedade e demanda pelo nome: quanto mais requisitada a atração, maior o poder de precificação. Um artista com agenda lotada raramente negocia abaixo do piso.
  • Exclusividade e personalização: atrações que desenvolvem conteúdo específico para a empresa, o setor ou o momento do evento cobram mais — e entregam mais.
  • Formato e duração: uma palestra de 60 minutos tem custo diferente de um workshop de meio dia; uma apresentação musical de 45 minutos não equivale a um show de 3 horas.
  • Número de profissionais envolvidos: uma orquestra de câmara com 15 músicos tem uma estrutura de custos completamente distinta da de um duo acústico.
  • Localização do evento: encontros fora dos grandes centros — São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília — geralmente implicam despesas de deslocamento, diárias e passagens que integram o valor total.
  • Antecedência da contratação: atrações muito procuradas cobram mais para datas de curto prazo ou simplesmente não têm disponibilidade.
  • Sazonalidade: o último trimestre do ano concentra a maior parte dos eventos corporativos no Brasil, o que eleva os preços e reduz as janelas de agenda.

Tipos de atrações para eventos corporativos e suas faixas de investimento

Conhecer as categorias disponíveis no mercado é o primeiro passo para uma decisão de compra bem fundamentada. Cada tipo tem uma lógica de precificação própria, exigências técnicas distintas e um nível de impacto diferente sobre o público corporativo.

Atrações musicais: bandas ao vivo, DJs e cantores — o que esperar de cada faixa de preço

A música é, historicamente, a categoria mais contratada em eventos corporativos. Ela cobre desde o coquetel de abertura até a festa de encerramento, passando pela ambientação dos intervalos. A amplitude de preços, porém, é grande — e o que se obtém em cada nível é bastante distinto.

Na faixa de R$ 3.000 a R$ 12.000, encontram-se DJs locais e bandas de pequeno porte. Entregam competência técnica básica e são adequados para eventos internos de menor escala ou como atração de apoio. O risco está na inconsistência de qualidade — sem um histórico robusto no segmento corporativo, o resultado pode decepcionar.

Entre R$ 15.000 e R$ 50.000, o mercado oferece bandas cover com repertório amplo e experiência consolidada em eventos corporativos, além de cantores com alguma projeção regional. Nessa faixa já é possível exigir contrato detalhado, rider técnico estruturado e referências de clientes anteriores. Atende bem convenções de vendas, confraternizações e kickoffs com foco em celebração.

Acima de R$ 80.000, entram artistas com reconhecimento nacional — aqueles cujos nomes, por si só, geram expectativa e engajamento antes mesmo do evento acontecer. O cachê, nesse caso, carrega também um valor simbólico: o colaborador percebe que a empresa investiu em algo especial para ele. Os custos de produção associados a esses nomes, porém, costumam ser proporcionais ao porte da apresentação.

Uma alternativa que vem ganhando espaço nos eventos de liderança e desenvolvimento é a orquestra ao vivo integrada a um programa de treinamento. Diferentemente de uma banda de entretenimento, esse formato usa a música como ferramenta pedagógica — os participantes não apenas assistem, mas vivenciam, em tempo real, como o comportamento de um líder afeta a performance de um time inteiro. É uma categoria à parte, que une impacto emocional e aprendizado aplicável.

Palestrantes e keynote speakers: como o cachê varia por notoriedade e tema

O mercado de palestras corporativas no Brasil é vasto e heterogêneo. Um palestrante iniciante com expertise setorial pode cobrar R$ 5.000 por uma apresentação de 60 minutos. Um keynote speaker com presença constante na mídia, livros publicados e agenda internacional pode ultrapassar R$ 200.000 pela mesma duração.

O que justifica essa diferença? Basicamente três fatores: autoridade percebida (formação, trajetória, publicações e casos reais), capacidade de entrega (didática, energia, conexão com a plateia) e relevância do tema para o momento da empresa. Um palestrante mediano sobre um assunto genérico gera menos impacto do que um especialista de nicho que fala exatamente sobre o problema que a equipe está enfrentando.

Para eventos de liderança, por exemplo, saber como escolher uma palestra para evento corporativo faz toda a diferença entre uma experiência transformadora e uma que some da memória na semana seguinte. O critério não deve ser apenas o nome do palestrante, mas a aderência entre o conteúdo entregue e a necessidade real da equipe.

Palestrantes que trazem perspectivas inusitadas — da música, do esporte de alto rendimento, das forças armadas, das artes — tendem a gerar mais memorabilidade do que aqueles que reproduzem frameworks já amplamente conhecidos pelo público corporativo. A originalidade da abordagem tem valor de mercado.

Atrações de entretenimento e interativas: mágicos, humoristas, artistas circenses e experiências gastronômicas

Essa categoria é frequentemente subestimada em termos de impacto e superestimada em termos de facilidade de execução. Mágicos, humoristas, artistas circenses e experiências gastronômicas interativas — como aulas de culinária ou degustações conduzidas — cumprem um papel importante nos eventos corporativos: descompressão, leveza e criação de memórias positivas associadas à marca empregadora.

Os valores oscilam bastante conforme a notoriedade e a complexidade técnica:

  • Mágico ou ilusionista: R$ 4.000 a R$ 30.000, dependendo da sofisticação do espetáculo e do histórico no segmento corporativo.
  • Humorista local ou stand-up sem expressão nacional: R$ 5.000 a R$ 20.000.
  • Humorista com presença em TV, streaming ou grandes festivais: R$ 40.000 a R$ 150.000.
  • Artistas circenses (acrobatas, contorcionistas, performers): R$ 8.000 a R$ 40.000 por espetáculo, conforme o número de artistas e a complexidade da montagem.
  • Experiências gastronômicas interativas: R$ 6.000 a R$ 25.000, geralmente cotadas por pessoa ou por grupo.

O principal cuidado nessa categoria é a adequação ao perfil do público. Humor, por exemplo, é altamente sensível ao contexto cultural da empresa — o que funciona para uma equipe de tecnologia pode ser inadequado para um grupo de executivos sênior de uma organização mais tradicional.

Atrações temáticas e personalizadas: quando vale o investimento extra

Atrações desenvolvidas especificamente para o contexto do evento — incorporando a cultura da empresa, o tema do encontro, os desafios do momento ou até os nomes e histórias dos participantes — geram um nível de engajamento que formatos genéricos simplesmente não conseguem replicar.

O investimento adicional em personalização costuma variar entre 20% e 50% sobre o valor base da atração, dependendo da profundidade do trabalho de customização. O retorno, porém, se manifesta de forma clara: participantes que se sentem contemplados pela experiência apresentam taxas muito maiores de engajamento, retenção de conteúdo e satisfação com o evento.

Programas como o da Orquestra S.A. são exemplos dessa categoria: o maestro Fabio G. Oliveira adapta o conteúdo ao momento da empresa, ao setor de atuação e às questões específicas que o cliente quer endereçar — seja a ruptura de silos organizacionais, o fortalecimento da liderança ou o engajamento de equipes em busca de alta performance. Essa customização transforma uma atração em uma intervenção de desenvolvimento com resultados mensuráveis.

Como o porte e o perfil do evento afetam o custo da atração

O cachê da atração é apenas uma parcela do custo total. O porte e o perfil do evento exercem influência direta sobre o valor final que a empresa pagará para ter aquela atração no palco — e ignorar essas variáveis é um dos equívocos mais recorrentes no planejamento de eventos corporativos.

Número de convidados e duração do evento: impacto direto no cachê

Algumas atrações precificam por público: quanto maior a plateia, maior o cachê. Isso é comum especialmente em shows musicais e apresentações de humoristas, onde o tamanho da audiência é percebido como um indicador do esforço e da responsabilidade da entrega. Uma banda que cobra R$ 30.000 para 200 pessoas pode cobrar R$ 60.000 ou mais para 1.000 pessoas.

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A duração também pesa diretamente no valor. Um workshop de meio período tem estrutura de custo diferente de uma palestra de 45 minutos. Atrações que exigem ensaios, soundchecks ou preparação técnica prolongada cobram pelo tempo total de dedicação — não apenas pelo tempo diante do público. Isso é especialmente relevante em programas com orquestra ao vivo, que demandam montagem, afinação e alinhamento técnico antes do início da experiência.

Localização e logística: custos de deslocamento, hospedagem e rider técnico

Eventos realizados fora de São Paulo, Rio de Janeiro ou Brasília costumam gerar despesas adicionais significativas. Passagens aéreas, translados, diárias de hotel e alimentação para toda a equipe da atração — músicos, técnicos, assistentes — podem representar de 15% a 40% do valor do cachê, dependendo da distância e do número de profissionais envolvidos.

O rider técnico — documento que especifica as exigências de infraestrutura da atração — é outro ponto crítico. Algumas atrações requerem equipamentos de som e iluminação que o espaço do evento não possui, obrigando o contratante a alugar estrutura adicional. Uma orquestra de câmara, por exemplo, tem exigências acústicas específicas que um salão de hotel padrão pode não atender sem adaptações.

Para eventos do tipo offsite — realizados em locais diferenciados, fora do escritório, muitas vezes em fins de semana — esses custos logísticos tendem a ser ainda mais relevantes. Planejar um encontro de liderança memorável passa necessariamente por mapear essas despesas com antecedência, evitando que o orçamento estoure no momento da execução.

Infraestrutura exigida pela atração: palco, som, iluminação e equipe de apoio

Além do rider técnico, muitas atrações requerem infraestrutura de palco que pode não estar incluída no pacote do espaço contratado. Palcos elevados, sistemas de PA profissional, iluminação cênica, telões, câmeras e operadores técnicos são itens que, somados, podem facilmente dobrar o custo percebido de uma atração.

A regra prática é simples: ao receber o cachê de uma atração, sempre pergunte o que não está incluído. O rider técnico deve ser solicitado antes da assinatura do contrato e revisado junto ao fornecedor de produção do evento. Atrações mais enxutas — como um palestrante solo ou um programa de treinamento com setup compacto — tendem a ter custos de infraestrutura muito mais previsíveis e controláveis.

Contratar diretamente ou por agência de eventos? Diferenças de custo e benefícios

Essa é uma das decisões mais estratégicas no processo de contratação de uma atração corporativa. Não existe resposta única — a escolha certa depende do perfil do evento, da experiência da equipe interna e do nível de complexidade da atração desejada.

Vantagens de contratar via agência especializada em atrações corporativas

Agências especializadas têm acesso a um portfólio amplo de atrações, relacionamentos consolidados com assessorias artísticas e experiência na gestão de riders técnicos e contratos. Para eventos de maior porte ou para organizadores sem familiaridade com o mercado, a agência funciona como um filtro de qualidade e um gestor de risco.

As principais vantagens incluem:

  • Acesso a atrações que não realizam contratação direta com o cliente final.
  • Gestão centralizada de toda a burocracia contratual e fiscal.
  • Capacidade de negociar pacotes com múltiplas atrações para o mesmo evento.
  • Suporte em caso de imprevisto ou substituição de última hora.
  • Conhecimento do histórico e da reputação das atrações no segmento corporativo.

O custo da intermediação varia, mas geralmente representa entre 10% e 20% do valor total da atração. Em muitos casos, a eficiência operacional e a redução de riscos justificam esse percentual com folga.

Contratação direta: quando compensa e quais riscos considerar

A contratação direta faz sentido quando a empresa já tem experiência em produção de eventos, quando a atração é uma pessoa jurídica com processo comercial estruturado — como empresas de treinamento e desenvolvimento corporativo — ou quando o evento é suficientemente simples para prescindir de intermediação.

Os riscos da contratação direta sem experiência incluem: contrato mal redigido que não protege a empresa em caso de cancelamento, falta de clareza sobre o que está incluído no cachê, dificuldade em lidar com o rider técnico e ausência de suporte em situações de crise. Para atrações de alto valor, esses riscos podem ter consequências financeiras e reputacionais relevantes.

O que deve constar no contrato com a atração para proteger sua empresa

Independentemente de contratar via agência ou diretamente, o contrato é o documento que resguarda ambas as partes. Os itens indispensáveis incluem:

  • Descrição detalhada do escopo da atração (duração, formato, número de profissionais envolvidos).
  • Data, horário e local exatos da apresentação.
  • Cachê total, condições de pagamento e política de reajuste.
  • Cláusula de cancelamento com multas proporcionais ao prazo de antecedência.
  • Responsabilidade sobre infraestrutura técnica (quem fornece o quê).
  • Política de substituição em caso de impedimento do artista principal.
  • Direitos de imagem e uso de registros audiovisuais do evento.
  • Obrigações fiscais: emissão de nota fiscal, retenções de impostos aplicáveis.

Custos adicionais que costumam ser esquecidos no orçamento da atração

O cachê da atração é o número mais visível no orçamento, mas raramente é o único. Há uma série de despesas associadas que, quando ignoradas, transformam um evento bem planejado em um exercício de improvisação financeira.

Seguro para eventos corporativos: por que é indispensável e quanto custa

O seguro para eventos cobre riscos como cancelamento por força maior, danos materiais ao espaço, acidentes com participantes e responsabilidade civil do organizador. Para eventos corporativos de médio e grande porte, ele não é apenas recomendável — em muitos espaços, é uma exigência contratual do local.

Os valores variam conforme o porte do evento, o número de participantes e as coberturas contratadas. De forma geral, o seguro representa entre 1% e 3% do custo total do evento. Para um evento de R$ 200.000, isso significa entre R$ 2.000 e R$ 6.000 em proteção — um valor pequeno diante do risco de arcar com danos ou cancelamentos sem cobertura.

Segurança patrimonial e de público: exigências legais e valores médios

Dependendo do porte do evento e do local de realização, a contratação de segurança patrimonial pode ser uma exigência legal — especialmente em eventos com mais de 500 participantes ou em espaços públicos. Mesmo quando não obrigatória por lei, trata-se de uma responsabilidade do organizador perante os presentes.

Os custos variam conforme o número de profissionais, a duração do evento e a empresa contratada. Como referência de mercado: vigilantes para eventos corporativos custam entre R$ 150 e R$ 300 por profissional por turno. Um evento de médio porte com quatro vigilantes por oito horas representa entre R$ 1.200 e R$ 2.400 apenas nesse item.

Taxas, impostos e obrigações fiscais na contratação de artistas e atrações

A contratação de artistas e atrações no Brasil envolve obrigações fiscais que variam conforme o regime tributário do prestador (pessoa física ou jurídica) e o tipo de serviço. Os principais itens a considerar:

  • ISS (Imposto Sobre Serviços): incide sobre serviços prestados por pessoa jurídica, com alíquotas que variam de 2% a 5% conforme o município.
  • IRRF (Imposto de Renda Retido na Fonte): aplicável na contratação de pessoa física, com alíquota de 1,5% a 27,5% dependendo da natureza do serviço e do valor.
  • INSS: em contratos com pessoa física, pode haver incidência de contribuição previdenciária.
  • Direitos autorais (ECAD): eventos com música ao vivo ou gravada exigem o recolhimento de direitos autorais ao Escritório Central de Arrecadação e Distribuição. O valor varia conforme o tipo de evento, o número de participantes e a duração.

Ignorar essas obrigações pode resultar em autuações fiscais e complicações jurídicas para a empresa contratante. O ideal é que o setor financeiro ou jurídico revise o contrato antes da assinatura.

Como negociar e otimizar o orçamento sem comprometer a qualidade da atração

Negociar o cachê de uma atração corporativa não se resume a pressionar por desconto. É um processo estratégico que envolve timing, contexto e a capacidade de oferecer contrapartidas com valor real para o fornecedor.

Dicas para conseguir melhores condições de pagamento e cachê

Algumas práticas que efetivamente funcionam na negociação com fornecedores de atrações corporativas:

  • Pague antecipado: muitas atrações oferecem desconto de 5% a 15% para pagamento à vista ou com grande antecedência. O fluxo de caixa garantido tem valor real para o fornecedor.
  • Ofereça visibilidade: autorizar o uso do nome da empresa como referência, gravar depoimento ou divulgar o case pode ser uma contrapartida que reduz o cachê sem custo financeiro para você.
  • Negocie pacotes: se o evento tiver mais de uma atração ou se houver perspectiva de contratações futuras, use isso como alavanca. Compromissos de longo prazo têm valor.
  • Seja claro sobre o orçamento disponível: fornecedores sérios preferem adaptar a proposta a um orçamento real do que perder o negócio. Transparência agiliza a negociação.
  • Evite o modelo de "leilão de propostas": atrações de alta qualidade raramente entram em disputas de preço. Tratar a negociação como parceria tende a gerar resultados melhores do que tratá-la como uma commodity.

Melhor época do ano para contratar atrações com preços mais competitivos

O mercado de eventos corporativos no Brasil tem uma sazonalidade bem definida. O último trimestre do ano — especialmente outubro, novembro e dezembro — concentra convenções de vendas, confraternizações e kickoffs de planejamento estratégico. Nesse período, a demanda é alta, os preços sobem e a disponibilidade cai.

Os meses de março, abril, agosto e setembro costumam oferecer maior disponibilidade e mais abertura para negociação. Empresas que planejam seus eventos com quatro a seis meses de antecedência e contratam fora do pico conseguem, em média, condições 15% a 30% melhores do que as obtidas em contratações de última hora no quarto trimestre.

Para kickoffs de projeto realizados no início do ano — janeiro e fevereiro — a janela de negociação ideal é outubro ou novembro do ano anterior. Contratar com essa antecedência garante as melhores datas, condições mais favoráveis e tempo suficiente para a personalização do conteúdo.

Perguntas frequentes sobre o custo de atrações para eventos corporativos

Qual é o preço médio para contratar uma banda ao vivo para evento corporativo?

O preço médio de uma banda ao vivo para eventos corporativos no Brasil varia entre R$ 15.000 e R$ 50.000 para grupos com experiência no segmento e repertório versátil. Bandas menores ou locais podem sair por menos (R$ 8.000 a R$ 15.000), mas o risco de inconsistência é maior. Artistas com reconhecimento nacional começam em R$ 80.000 e podem ultrapassar R$ 400.000 dependendo do nome. Esses valores geralmente não incluem produção técnica, rider, deslocamento e hospedagem — itens que devem ser orçados separadamente.

É possível contratar atrações famosas para eventos corporativos de médio porte?

Sim, mas exige planejamento e criatividade. Algumas estratégias que funcionam: contratar o artista para um formato reduzido (show acústico ou apresentação de 30 minutos em vez de show completo), dividir o custo com outra empresa parceira em um evento conjunto, ou optar por atrações de alto impacto que não necessariamente são famosas no mainstream — especialistas reconhecidos em nichos específicos, por exemplo, podem ter cachês mais acessíveis e relevância muito maior para o público corporativo do que um nome da mídia de massa.

O que está incluído no cachê de uma atração e o que é cobrado à parte?

O cachê geralmente cobre os honorários dos profissionais envolvidos na apresentação e, em alguns casos, os equipamentos próprios da atração. O que costuma ser cobrado separadamente: passagens e hospedagem para a equipe, alimentação durante o evento, infraestrutura técnica (som, iluminação, palco), seguro, direitos autorais (ECAD) e impostos retidos na fonte. Sempre solicite uma proposta discriminada, com o cachê líquido e todos os itens adicionais listados. Isso evita surpresas e facilita a comparação entre fornecedores.

Com quanto tempo de antecedência devo contratar uma atração para evento corporativo?

Para atrações de alta demanda — palestrantes renomados, artistas com expressão nacional, programas de treinamento personalizados — o ideal é fechar o contrato com 3 a 6 meses de antecedência. Para eventos no quarto trimestre do ano, esse prazo pode precisar ser ainda maior. Atrações menores e locais podem ser contratadas com jan

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Maestro Fábio G. Oliveira

Sobre o Autor

Maestro Fábio G. Oliveira

Mestre em Regência de Orquestra e Ópera · Yale School of Music

Yale UniversityRegência de OrquestraPioneiro no Brasil

Mestre em Regência de Orquestra e Ópera pela Yale School of Music, Fábio G. Oliveira foi regente e diretor musical da The Torrington Symphony Orchestra e da The Greater New Britain Opera Association, ambas no estado de Connecticut (EUA). A partir dessa bagagem, criou o Programa ORQUESTRA S.A., o único método de desenvolvimento organizacional via orquestra ao vivo no país.

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